Rogério Nezinho cobra relatório e retomada de obras paralisadas em Arapiraca

Por em 16 de Maio de 2018

Jario Barros, que integra a base de sustentação de Teófilo afirmou que paralisação é fruto de licitações fraudulentas

A sessão ordinária dessa terça-feira (15) teve seu maior tempo tomado por uma discussão de uma matéria do vereador Dr. Fábio sobre o caos no trânsito no centro de Arapiraca. Outra discussão do problema do trânsito e a não concretização do projeto de uma zona azul desde a gestão anterior não foi concretizado desde 2011, quando foram realizados estudos com um engenheiro de trânsito objetivando melhorar a acessibilidade e melhor fluidez no do centro da cidade tomaram o grande tempo do expediente da sessão.

A discussão saiu do assunto principal que seria o caos no trânsito com a discussão sobre cobrança de estacionamentos e falta de espaços para estacionamentos nos principais hospitais e casas de saúde de Arapiraca. A presidente da Casa Graça Lisboa (PDT) não advertiu os vereadores sobre a mudança no assunto da discussão da matéria. O fato surpreendente foi o anuncio da vereadora Graça Lisboa, da base de apoio ao prefeito, que criticou a não concretização da faixa azul pelas gestões de Luciano Barbosa (MDB) e Célia Rocha (PTC) e que segundo ela, o grave problema vai persistir por mais tempo em razão do adiamento das obras pela atual gestão de modernização e revitalização do centro de Arapiraca.

A vereadora afirmou que os 12 vereadores da base de apoio ao prefeito estiveram reunidos com o gestor na tarde desta terça-feira (15) no Centro Administrativo e ficou definido que em entendimento com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Arapiraca (CDL) que o início das obras de modernização do comércio serão adiadas em razão do Natal e Ano Novo deste ano, que poderia prejudicar as vendas nesse período importante de aquecimento nas vendas. Nesse caso, não houve planejamento para a realização e início dessa obra anunciada como um marco da atual gestão.

O vereador Léo Saturnino (MDB), solicitou ao governo do Estado e à administração municipal, a implantação de um Centro de Abastecimento de Alimentos em Arapiraca (CEASA). Na defesa da matéria assegurou que a construção irá contribuir de forma direta com pessoas que comercializam seus produtos em toda Alagoas, especialmente em Arapiraca, uma vez que o município é considerado como um grande polo na agricultura familiar principalmente na produção de hortaliças que abastece o mercado de Maceió

Obras paralisadas

O vereador Rogério Nezinho (MDB), solicitou às secretarias municipais de Educação e Saúde, que enviassem à Câmara Municipal de Arapiraca, relatórios com informações de como andam as obras do posto de saúde e da escola, localizadas no bairro Arnon de Melo. Nezinho disse que há muito tempo essas obras estão paralisadas prejudicando as crianças que estão prejudicadas no ano letivo.

Rogério Nezinho destacou que no início de 2017, o secretário municipal de Viação e Obras, Daniel Soares, esteve na Câmara Municipal e garantiu que as construções seriam retomadas naquele mesmo ano, o que não aconteceu, prejudicando as crianças que precisam estudar como, também, a própria população carente que necessita urgentemente de atendimento médico.

Acusou sem provas

O vereador Jário Barros (PRP), na discussão sobre a matéria de Rogério Nezinho, disse que as empresas responsáveis por esses serviços – de péssima qualidade – devem ser punidas na forma da lei. O vereador defendeu a atual gestão acusando da pratica de fraudes em licitações as administração de Célia Rocha e Luciano Barbosa. “Existem muitos processos licitatórios fraudulentos nas gestões passadas é muita coisa camuflada” detonou. O vereador responsabilizou a mídia arapiraquense por não divulgar esses desmandos praticados nas gestões de Luciano Barbosa e Célia Rocha. Na acusação e defesa  da atual gestão Jairo Barros não apresentou documentos ou mesmo provas das acusações feitas da tribuna do legislativo.

Léo Saturnino defendeu que a administração municipal não contrate empresas que não realizem um trabalho de boa qualidade. Disse que isso prejudica crianças que não tem onde estudar, e que a comunidade do Arnon de Melo acaba não recebendo atendimento médico por falta de um posto de saúde.

 

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