Grupo criminoso disputa comando das ações a bala no Agreste

Por em 25 de Setembro de 2017

Grupo tem ações criminosas em Porto Real do Colégio e Campo Grande e cinco pessoas da mesma família já foram executadas

Uma suposta  organização criminosas que tem ações ilícitas em Porto Real do Colégio, Campo Grande e demais cidades do Agreste e que estariam  envolvidas com roubo de cargas e tráfico de drogas está em conflito desde o assassinato de uma pessoa identificada como Arnaldo, que morreu há quatro anos atrás após trocar tiros com a Polícia  em Campo Grande, no Agreste do Estado. Desde a ocorrência do crime outros assassinatos foram registrados. Inclusive os de cinco pessoas de uma mesma família.

Na manhã desta segunda-feira (25) uma mulher identificada como Eunice Luiz dos Santos, 50 anos, foi vítima de disparos de arma de fogo no interior de uma escola da rede pública municipal no povoado Canoinha, em Porto Real do Colégio.  Em uma borracharia em Porto Real do Colégio. Segundo testemunhas, as vítimas foram surpreendidas por um homem que chegou em uma motocicleta de características e placa não anotada.

A vítima tinha acabado de chegar na Escola Professora Antônia Rosa, onde trabalhava como merendeira, quando foi alvejada por disparos de arma de fogo nas costas e entrou em óbito no local, antes mesmo de receber socorro médico.

A filha de Genisete também foi alvo dos bandidos no dia 12, mas Eliete Reis, 34 anos, acabou sobrevivendo ao atentado onde ficou internada no Hospital de Emergência do Agreste em Arapiraca. Se tivesse morrido, seria a sexta pessoa da família morta. De acordo com o delegado da Polícia Civil de Porto Real do Colégio, Itamar Uchôa, os homicídios são motivados por uma disputa de posição dentro da quadrilha. “O grupo está se desentendendo desde a morte do Arnaldo”,

O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca foram acionados e foram para o povoado Canoinha realizar os procedimentos necessários Informações sobre o caso poderão ser repassadas ao Disk Denúncia da Polícia Civil, através do 181. A ligação é gratuita e o denunciante não precisa se identificar.

 

 

 

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