Professora denuncia perseguição na Barra de Santo Antônio

Por em 15 de Setembro de 2016
Cícero Santana  
A professora Niedja Alves, há 16 anos lecionando na rede pública da Barra de Santo Antônio, denunciou na noite desta quarta-feira (14), durante o comício realizado na praça do Ó, na Ilha da Croa, e que contou com a presença do deputado estadual Rodrigo Cunha, que foi penalizada pela atual administração municipal, por ter feito denuncias contra o sistema educacional da barra, durante o comício realizado na praça da Vaní, que contou com a presença do ex-governador Teotônio Vilela, presidente do PSDB.
 No comício da praça da Vaní, localizada no centro da cidade, a professora fez uso da palavra para denunciar a perseguição psicológica contra os servidores do município, que temem ser penalizados, caso anuncie sua tendência em votar na candidata Emanuela Moura. Ainda, na praça da Vaní, Niedja, disse que o sistema educacional do município está falido. Segundo ela, falta merenda, material escolar e até gíz.
 Niedja afirmou esatar subindo em palanque pela primeira vez, por não suportar tamanho descaso com a educação na Barra de Santo Antônio. Penalizada Na noite de ontem, sábado 10, quem se encontrava na praça do Ó, ficou surpreso quando a professora Niedja, ressurgiu no palanque com dois pedaços de esparadrapos, formando um X, que a impedia de abrir a boca.
 Na mímica (com gestos), a professora relatou aos apresentadores do comício e a multidão presente, que havia retornado ao comício, para mostrar e alertar a todos participantes do comício, o quanto os professores estão sendo perseguidos pela atual administração. ” Por ter denunciado no comício realizado semana passada na praça da Vaní, o caos na educação do município, onde até gís falta, fui penalizada por ter segundo a secretaria municipal de educação, ter cometido um ato de indisciplina
. Até parece que voltamos a era da mordaça, por isso, vim a rigor, para protestar contra o gestor que ai está, porque o que ele fez com a Ciçou e com o Rogério, pode fazer com você também “, concluiu a professora Niedja. Terrorismo psicológico Em seu discurso na praça do Ó, a candidata Emanuela Moura, confirmou a denúncia da professora Niedja.” É inacreditável, tem residências que eu entro e que são de pessoas que trabalham na prefeitura, que se escondem e dizem: Emanuela vou votar em você, mas não posso ser fotografada, porque senão vou ser perseguida.
 As pessoas estão assustadas com esse tipo de terrorismo psicológico, que “tenho Fé em Deus que irá acabar depois do dia 1º de janeiro, quando todo servidor será respeitado e terá a sua dignidade de servidor e de cidadão restabelecida”, disse Emanuela Moura.

Deixe seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *