Documentos compravam que imóvel não pertence ao município de Arapiraca

Por em 27 de Setembro de 2016
Certidão comprovando inexistência de registro foi expedida pelo Cartório do 1º Oficio de Arapiraca  
Reprodução documento: Antonio Pinheiro
A assessoria jurídica do deputado estadual Tarcizo Freire (PP) candidato a prefeito de Arapiraca pela coligação “A mudança que o Povo Quer”, a bem da verdade, vem a público esclarecer que a matéria veiculada na edição da Tribuna Independente intitulada “Tarcizo é acusado de invadir terreno” publicada no dia 24 e 25 de setembro último, não condiz a verdade e as informações prestados pelo candidato a prefeito Lindomar Ferreira são tendenciosas e com o objetivo de macular a imagem do parlamentar nesta reta final da campanha eleitoral.   
De acordo com Certidão do Cartório do 1º Oficio de Arapiraca (Notas registro imobiliário, RTD e RPJ) datada de 06 de fevereiro de 2015, comprova que o imóvel localizado na Rua Maria Lima de Araújo no bairro Cavaco nesta cidade, citado em matéria da Tribuna Independente e veiculado no portal Diário Arapiraca. Nas reportagens de ambos os órgãos de comunicação o de forma irresponsável, atribuem a um dos filhos do parlamentar de invadir área pública.
A bem da verdade, e de acordo com documentação emitidas pelos órgãos, não existe registro de propriedade em nome do município de Arapiraca ou de qualquer outra pessoa. Consta em outros documentos do Departamento de Geoprocessamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Habitação e Meio Ambiente de Arapiraca, que três cadastradores da referida secretaria estiveram no imóvel e fizeram a devida inclusão de unidade no nome do filho do parlamentar Na oportunidade, não detectaram qualquer irregularidade.  
O Senhor. Tasso Gabriel Sampaio Freire. Um dos filos do deputado Tarcizo Freire, é maior de idade e evidentemente responde pelos seus atos. O parlamentar repudia matérias tendenciosas com o objetivo de denegrir sua imagem como parlamentar e candidato a prefeito de Arapiraca.  
Foi feita a inclusão por parte do município no lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O fato deixa claro o que imóveis públicos não pagam tributos. O termo foi adquirido no ano de 2010 de um terceiro que possuía a posse do referido imóvel.  

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